sexta-feira, 26 de junho de 2009

DUBLAGEM, LOCUÇÃO, NARRAÇÃO E SINCRONISMO LABIAL NA VOZ DE MARCOS LOPES






















Dublagem e redublagem na voz de Marcos Lopes, trata-se de um trabalho de redublagem para filmes e desenhos. Caso deseje consultar o meu trabalho em dublagem e locução acesse o seguinte link:



Oi! Eu sou Marcos Lopes, 42 anos, graduado em jornalismo e administração, pós graduado em docência de ensino superior, oficial da reserva do Exército, especialista em administração pública, especificamente licitações e contratos, consultor em assuntos diversos, radialista e dublador. Adoro locução e dublagem!




Ofereço serviços de consultoria em administração pública, especificamente licitações e contratos, consultoria em assuntos educacionais, serviços envolvendo locução diversa e dublagem para filmes e desenhos... O meu hobbie é a dublagem.





Fone: (61) 8180-1353






domingo, 7 de junho de 2009

Resenha do livro "Jornalismo 2.0"


Escrito por Mark Briggs, o livro jornalismo 2.0 é um guia de cultura digital onde o autor de forma bastante didática procura passar algumas informações ao leitor partindo do básico com o objetivo de introduzir o jornalista no mundo da internet e posteriormente no mundo digital.


O autor oferece várias dicas legais para quem tem um blog ou quem pretende iniciar um. Comenta sobre a necessidade de ser breve nos posts e que a atualização desses blogs deve ser diária, apresentado idéias de uma próxima matéria ou links para reportagens.


O livro apresenta receitas para todas as necessidades digitais. Um jornalista 2.0 não está sozinho, o profissional é multimídia, capaz de passar e interagir 24 horas por dia com as mídias, pessoas e conteúdos relacionados, agindo com responsabilidade.


Fala sobre compartilhamento de dados, os leitores não são mais receptores passivos de mensagens, ou seja, eles criam e comentam. Comenta ainda sobre os jornalistas móveis que estão se tornando mais comum nas estações de TV e começando a aparecer nos jornais.


Com o objetivo de produzir notícias de uma forma totalmente multimídia, jornalistas carregam em mochilas uma quantidade de ferramentas para o local dos acontecimentos, esses são conhecidos como jornalistas mochileiros.


O autor ensina como fazer edição, inserir arquivos de áudio – ou os podcastings – nas paginas informativas de seus jornais, tirar e administrar fotos digitais, sugerindo softwares, programas de edição e instrução sobre como enquadrar e segurar a câmera.


No jornalismo 2.0 a demanda será alta por jornalistas polivalentes, alinhados com as novas oportunidades do mundo digital e, que saibam fazer bem mais de uma coisa. O uso da tecnologia auxilia e alavanca o trabalho dos jornalistas na apuração, arquivamento e análise dos dados, tornando o trabalho jornalístico ainda mais preciso.


Por: Marcos Lopes

quinta-feira, 4 de junho de 2009

QUADRILHA MORDE ISCA NA GRANDE PORTO ALEGRE


Polícia do Rio Grande do Sul investiga quadrilha de ladrões de caminhões, e após seis meses de investigação, junta provas e faz escutas para capturar os criminosos.

Para identificar os suspeitos, um caminhão com rastreador foi estacionado numa rua na grande Porto Alegre e usado como isca. Três dias depois, os bandidos mordem a isca, e em menos de um minuto levam o caminhão.

No momento de colocar a quadrilha na cadeia, cumprindo-se os mandados de busca e apreensão, a justiça decide por manter os suspeitos nas ruas, alegando falta de condições e a superlotação dos presídios.

Caso a prisão fosse decretada, os integrantes da quadrilha seriam encaminhados para o presídio central de Porto Alegre. Segundo relatório final da CPI do sistema carcerário, o referido presídio é considerado o pior do Brasil.

Para o delegado que queria prender a quadrilha, ficou apenas a frustração diante da decisão da justiça. Os caminhoneiros da região estão apreensivos – “claro que preocupa, o ladrão está na rua e a gente preso dentro de casa”.


Por: Marcos Lopes

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Resenha do livro "O quinze"


Publicado em 1930, o romance O quinze, de Rachel de Queiroz, trata da pior e grande seca de todos os tempos, vivida pela escritora em sua infância no ano de 1915, demonstrando episódios característicos da região de forma sucinta e narrativa expondo os males do nordeste não se esquecendo de mencionar a preocupação social e análise psicológica do homem nordestino.

Nos 26 capítulos a escritora narra a saga do retirante, Chico Bento com sua esposa e cinco filhos, que aventura-se com a família pelo sertão em direção a capital, e o romance entre os primos Conceição e Vicente, descendentes de famílias de proprietários rurais de Quixadá, marcando o romance com luzes da desgraça humana e a morte em todos os episódios.

A seca e suas conseqüências provocam o êxodo rural, considerando-se o efeito de destruição de lavouras, morte de animais e desemprego onde trabalhadores de Logradouro e Quixadá se deslocam para a capital do Ceará, na esperança de encontrar meios de sobreviver até a chegada do inverno, ou seja, o período das chuvas.

Chico Bento e sua esposa Cordulina, visavam trabalhar na extração de borracha na região norte. Representando o outro lado da moeda, despedido pela patroa, aventura-se com a família pelo sertão em direção à capital. Perdendo dois filhos, é acolhido por Conceição que contribuía no alojamento dos retirantes da seca.

Conceição acaba ajudando Chico Bento a se deslocar com a família para São Paulo, desistindo de trabalhar com a borracha. Percebe-se que em muitos trechos da história, há uma falta de diálogo entre o casal e apesar de toda a miséria que gira em torno da família, a consciência e impossibilidade da felicidade, exprime o desnível cultural que os separa.

O romance se desenvolve em dois cenários, especificamente nas fazendas de Dona Inácia (avó de Conceição), do Capitão (pai de Vicente) e de Dona Maroca (patroa de Chico Bento) e no cenário urbano, destacando a capital, Fortaleza.

Durante a leitura da aventura, o leitor consegue visualizar as cenas narradas pela escritora, considerando-se que se trata de uma obra de grandes impactos sociais, onde o mais fraco é devorado. É possível visualizar o desespero dos retirantes no cenário da seca devastadora, castigados pelo fogo, seca e fome.
Por: Marcos Lopes

Marcos Lopes... Minha família... Minha vida!

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