REPORTAGENS

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sábado, 22 de fevereiro de 2014

RÁDIO NOVELA "O GUARANI"


quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

DOCUMENTÁRIO "SOCIALIZAÇÃO E EDUCAÇÃO PARA DEFICIENTES VISUAIS"


segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

domingo, 18 de dezembro de 2011

RESENHA DO LIVRO "JORNALISMO CIENTÍFICO"

Por Marcos Lopes


Ao ministrar aulas num curso de graduação em 1988, especificamente na disciplina jornalismo científico, a autora Fabíola de Oliveira descobriu que não havia bibliografia brasileira na área do conteúdo didático, além do pouco acesso às publicações referentes a mestrados, doutorados e revistas especializadas por parte dos estudantes de graduação.

Tal carência bibliográfica, fez com que a autora Fabíola de Oliveira, escrevesse o Livro Jornalismo cientifico, lançado pela Editora Contexto. Iinspirado no livro “Field Guide for Science Writers,” a obra faz referência ao nascimento do jornalismo científico no século XVII na Inglaterra, país considerado berço do jornalismo cientifico.

A partir do século XVII os cientistas começaram a redigir e expedir cartas em distintos idiomas com idéias e descobertas que assim eram divulgadas ao público, resultando na elaboração de um periódico científico modelo para os séculos posteriores.

A Europa e EUA tiveram bastante destaque na divulgação da ciência e ao mesmo tempo do jornalismo científico. No entanto, o Brasil tardou em começar a divulgar ciência e jornalismo, essa prática somente ocorreu com o pioneirismo de Euclídes da Cunha na cobertura do massacre de canudos para o jornal Estado de São Paulo, o que originou na obra “Os Sertões.”

Segundo a autora, no Brasil José Reis é reconhecido como o pai do jornalismo científico, uma vez que esse contribui bastante na atuação do jornalista. Fabíola de Oliveira afirma que outros cientistas e profissionais de comunicação, tiveram envolvimento profundo com entidades que divulgavam a ciência, possibilitando o aumento da divulgação e crescimento nos diversos meios de comunicação que ainda hoje continuam em destaque, como Globo Ciência, Ciência Hoje e Superinteressante.

Para a autora, existe bastante diferença no modo de escrever dos cientistas e jornalistas. O cientista prepara seu texto para um público específico, e especializado, porém, o jornalista escreve de forma que todos compreendam o assunto abordado, chamando a atenção do leitor com uma linguagem mais simples e leitura mais agradável.

No livro a autora apresenta dicas de como fazer o texto, e tornar-se muito mais compreendido, valendo-se da metalinguagem a fim de fisgar a atenção do leitor das informações científicas. Segundo, Fabíola de Oliveira, as informações científicas permitem aos jornalistas uma visão mais contextualizada, e não fragmentada.

Quanto ao relacionamento com as fontes, para a autora existem alguns problemas, que ainda necessitam ser superados, principalmente pelos mais jovens. Pois muitos desses quando se deparam com um profissional mais especializado, por exemplo, um PHD, ou por não estar apto a realizar determinada entrevista, então eles repetem tudo que o cientista declara. “o bom jornalista não deve nunca ter receio de perguntar e de admitir que não sabe”, ressalta a autora.

Durante a cobertura de eventos e simpósios, para alcançar êxito é necessário estar por dentro dos assuntos que serão abordados, mas caso o jornalista não esteja habituado com determinados termos técnicos, a entrevista com o pesquisador será fundamental para esclarecer, tirar duvidas e assim fechar a matéria.

Á medida que o tempo passa, o mercado de trabalho na área de ciência e tecnologia vem crescendo cada vez mais. Esse assunto é discutido no livro, boa parte dos textos publicados são de trabalhos acadêmicos de outros países.

A ética universal do jornalismo é defendida pela autora. No jornalismo ambiental, princípios ambientais devem ser seguidos, como qualidade de vida do planeta, divulgação da pluralidade de ponto de vista, e acesso livre as fontes de informação.

No Brasil existem três instituições voltadas à área espacial, como Agência Espacial Brasileira (AEB), Instituto de Pesquisa Espaciais (INPI) e Instituto de Atividades Espaciais (IAE). Poucos são os jornalistas dedicados a esse assunto, desta forma, parte da população fica distante desse tipo de informação.


Em relação aplicação de recurso público já existe aceitação por boa parte das pessoas; à medida que o tempo passa o programa espacial brasileiro vem evoluindo, mas mesmo com as facilidades de encontrar fontes, esse assunto de fato não faz parte das pautas de muitos jornalistas, e quando ocorre a demanda, alguns estão despreparados sem saber questionar certas informações, principalmente em órgãos ligados ao governo o que desperta assuntos de interesse público.

Em suma, o conhecimento e a difusão sobre a ciência há muito deixou de ser privilégio de cientistas e pesquisadores. Atualmente, o público tem acesso por intermédio do jornalista, responsável por traduzir o texto científico.

RESENHA DO PEQUENO MANUAL DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA


Por Marcos Lopes


O jornalista Cássio Leite Vieira, especializado em ciências, publicou o “Pequeno Manual de Divulgação Científica”, com dicas e explicações concisas de como escrever textos de divulgação científica. Trata-se de um livro de receitas para consultas rápidas em que o autor explica o quanto é importante divulgar a ciência para que todos tenham melhor entendimento.


A divulgação da ciência deve ser realizada para informar o público em geral e utilizada de forma precisa. Portanto é fundamental fazer a distinção entre especulação e resultados comprovados.


É necessário ter um público em mente para que compreendam melhor o assunto abordado e assim estejam aptos a tomar decisão. O assunto em discussão no artigo deve apresentar ponto de vista distinto para que não fique caracterizada a impressão de que o texto é a ultima palavra sobre o assunto.


De acordo com o manual de divulgação científica é necessário surpreender o leitor e fisgar sua atenção com uma linguagem mais simples, que motive o leitor ir até o fim do texto, ajudando a compreender tudo de forma mais clara.


Os parágrafos devem ser curtos, com textos mais atrativos, enxutos e com bom humor tornando a leitura mais agradável. Assuntos difíceis fazem o leitor abandonar a leitura logo após as primeiras linhas.


Dentre as regras apresentadas pelo jornalista estão o uso e abuso das analogias que segundo ele é melhor fazer uso daquelas que aproximam os conceitos científicos de fenômenos do dia-a-dia do leitor; quando for preciso descrever algo mais complicado e técnico, é preciso utilizar um boxe simplificado conceitos e passagens difíceis; o uso de fórmulas deve ser evitado, porém, quando utilizadas devem ser explicadas.


O autor ensina ainda, que os gráficos complicados devem ser evitados, pois costumam dificultar a interpretação; deve-se evitar o uso de jargões porque o artigo fica bastante pesado, mas , quando usados deve ser explicados de forma simples ,por exemplo, conceitos científicos como hidróxido de sódio (soda cáustica); nos artigos científicos quando for descrever alguém é preciso informar quem é a pessoa, o que este fez e onde nasceu; as siglas devem ser utilizadas por extenso, pois, o leitor não é obrigado a conhecê-las.


O uso de rodapés, citações bibliográficas e agradecimentos, devem ser evitados. O autor afirma não existir espaço em jornais e revistas para rodapés e agradecimentos. Nos jornais e revistas devem ser utilizadas imagens de alta resolução acompanhada de legendas e no crédito referente ao autor da foto.


Quando se escreve um artigo sobre temas médicos, é preciso ter o cuidado de não passar falsas esperanças, pois esse mesmo leitor pode ser nosso parente ou até mesmo o portador de uma determinada doença. Precisamos deixar claro que os resultados esperados nos assuntos abordados no artigo estão longe de se tornarem medicamentos ou até mesmo tratamento para uma determinada doença; o artigo deve ser escrito de acordo com o espaço reservado nos jornais e revistas, precisamos escrever apenas a quantidade de palavras que o editor pediu.

RESENHA DO DOCUMENTÁRIO "HISTÓRIA DAS COISAS" (ANNIE LEONARD)

Por Marcos Lopes


História das coisas é um documentário com duração de aproximadamente vinte minutos, cujo objetivo é nos ensinar como somos consumistas. O vídeo provoca mudanças em relação à forma de vermos o que será consumido e descartado.


Demonstra que muitos são influenciados pela mídia, uma vez que ela nos obriga a estarmos atualizados em relação a tudo. Muitos são aqueles que por influência procuram usar apenas roupas de grife, os melhores equipamentos eletrônicos e o melhor carro, pois não podem sentir-se ultrapassados.




Em relação a esta influência, algumas pessoas estão fora dela, pois mesmo tendo condições, continuam usando o mesmo celular ultrapassado, uma vez que não aceitam influência da mídia. Nos Estados Unidos tudo é descartado. Assim, tudo que se produz, se torna lixo no máximo em seis meses, desta forma, carros e roupas são descartados na natureza, passando a destruir nosso planeta.



O documentário mostra a relação existente entre problemas sociais e ambientais, trata-se na verdade da necessidade de criar em tempo hábil um mundo sustentável e justo.

EXCESSO DE MASCULINIDADE AFETA A SAÚDE

Por Marcos Lopes


Muitos homens se julgam imunes às doenças, pois a masculinidade os distancia de qualquer possível sinal de fragilidade. Esse fator cultural faz com que se afastem dos consultórios médicos uma vez que foram criados para serem machos, porém, essa atitude está mudando. A necessidade de procurar um profissional não deve ser vista como algo sensível ou coisa de mulher.

No entanto, essa masculinidade pode ser comprometida por problemas de causas psicológicas ou orgânicas, stress, cansaço e a influência do álcool ou ainda, por alguma doença grave ou pela diminuição de testosterona. A dificuldade de ereção é uma doença e deve ser tratada, uma vez que deixa o paciente incapaz de manter uma ereção rígida com tempo necessário para a relação sexual.

Para tratamento da doença, surgiu no mercado farmacêutico em 1998, a droga anunciada pelos veículos de comunicação como uma revolução sexual, denominada Viagra (Citrato de Sildenafil), medicamento oral para ajudar e melhorar a eficiência sexual que deve ser tomado de 30 a 60 minutos antes do ato sexual, sua potência varia de acordo com a dosagem disponível em 25, 50 ou 100 mg, e o efeito pode durar de uma a três horas aproximadamente.

Quando comprovada a disfunção erétil o tratamento será realizado por meio de medicamentos receitados, para melhorar o desempenho do paciente. Em alguns casos é realizado por intermédio de injeção aplicada no pênis ou o implante de próteses penianas. Já em outros casos, é realizado apenas com aconselhamento psicoterápico, ajudando o paciente a superar o problema.

A dificuldade de ereção deve ser tratada em conjunto com esses especialistas, que juntos poderão diagnosticar se o problema é psicológico ou orgânico, pois às vezes pode ser consequência da diminuição de testosterona, cujo tratamento deve ser realizado por reposição hormonal.

Antes de começar usar o remédio, procure o médico e pesquise sobre os possíveis efeitos colaterais e complicações. Somente o especialista pode tomar decisões sobre dosagem e condição quanto à ingestão da pílula. E comprovada a doença, médico e paciente terão de refletir sobre o assunto, pois o problema deve ser tratado de acordo com o tipo de disfunção erétil.

Marcos Lopes... Minha família... Minha vida!

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