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sábado, 17 de dezembro de 2011

HOMEM, DIGA NÃO AO PRECONCEITO!



Por: Marcos Lopes

 DIGA NÃO AO PRECONCEITO E PROMOVA A SAÚDE MASCULINA!

É fundamental incentivar uma mudança cultural que encoraje os homens a buscar os serviços oferecidos pelo governo, em especial a cirurgia de vasectomia, que auxilia no planejamento familiar, e os procedimentos urológicos, que podem prevenir doenças como o câncer de próstata.

Em 27 de agosto de 2009, o governo federal lançou a "Política Nacional de Saúde do Homem" com o objetivo de atender às necessidades de saúde da população masculina das regiões norte e nordeste do Brasil. Essa política surgiu da constatação de que ainda existem homens preconceituosos que, devido a questões culturais, só buscam serviços de saúde quando já estão com problemas graves.

A meta do governo federal e do Sistema Único de Saúde (SUS) é atender a população masculina, mas muitos homens não procuram os postos de saúde em sua cidade para realizar exames preventivos, que possibilitam um diagnóstico precoce.

Muitos homens têm receio de compartilhar seus problemas com profissionais de saúde e familiares, o que cria vulnerabilidade. É importante que eles busquem informações, relatem seus problemas e confiem nos profissionais de saúde, pois isso facilitará a obtenção de esclarecimentos e a luta pela vida.

Com a implementação dessa política, busca-se alcançar homens entre 20 e 59 anos, promovendo uma mudança cultural que os incentive a procurar os serviços de saúde básica pelo menos uma vez por ano.

É essencial que a população masculina supere o preconceito em relação à saúde e compreenda que eles também devem visitar médicos, não apenas as mulheres. Estatísticas do Ministério da Saúde confirmam que, a cada três adultos que morrem por problemas relacionados à saúde em nosso país, dois são homens.

Atualmente, homens mais modernos, sem preconceitos e com mentalidade evoluída já estão buscando atendimento médico, pois reconhecem a importância disso e desejam viver mais. No entanto, até que essa mentalidade se estenda completamente, principalmente para a população menos esclarecida, muitas mortes continuarão acontecendo.


terça-feira, 13 de abril de 2010

RESENHA DO DOCUMENTÁRIO - SIMONAL "NINGUÉM SABE O DURO QUE DEI"


Por: Marcos Lopes

SIMONAL "NINGUÉM SABE O DURO QUE DEI"

O documentário de 2009 aborda a ascensão e queda da carreira de um astro, oferecendo valiosas lições sobre como a imagem e a reputação de alguém podem ser destruídas.

A história começa nos anos 60 e retrata a vida de Wilson Simonal, filho de uma empregada doméstica, cabo do Exército, negro e pobre, que conseguiu alcançar o sucesso musical, a fama e acumular riquezas através de sua personalidade alegre e cativante.

De acordo com depoimentos de amigos e conhecidos de Simonal, o cantor era tão popular que rivalizava apenas com Roberto Carlos. Com uma ousadia extrema, ele conseguia comandar plateias de aproximadamente 50 mil pessoas em seus shows.

Dotado de um talento natural, ele estava sempre presente na mídia, chegando a ser garoto propaganda da Shell e apresentador na TV Record. Ele tinha amizades com muitos jogadores de futebol e até mesmo sonhava em ser convocado para a seleção brasileira na década de 70, sendo Pelé um de seus amigos mais próximos.

No entanto, após um longo período de sucesso e destaque, a queda de Simonal teve início em 1971, durante um período marcado pela repressão e censura militar. Seu contador foi acusado de roubo e posteriormente demitido por Simonal. Insatisfeito com a demissão, o contador moveu uma ação trabalhista contra o cantor.

Usando sua influência, Simonal pediu a um policial do DOPS para assustar o contador. O nome do cantor foi envolvido e ele foi caracterizado como o mandante da agressão. Quando questionado, Simonal afirmou ter ligações com membros do DOPS, o que levou a acusações de colaboração e delação junto ao regime de repressão.

Sua vida foi destruída, ele foi perseguido e processado, acabando por cair em desgraça completa. Simonal foi considerado falido e rotulado como o pior tipo de pessoa. A classe artística virou as costas para ele, e, deprimido e alcoólatra, viveu o resto de sua vida sob condenação.

O cantor faleceu devido ao alcoolismo, e sua reabilitação moral só ocorreu em 2003, quando o processo foi concluído pela Comissão Nacional de Direitos Humanos da OAB - Ordem dos Advogados do Brasil.

O documentário se assemelha a um show, com muitas músicas, resgate de imagens e depoimentos. Na verdade, os roteiristas tentam resgatar a imagem do cantor que encantou milhares de pessoas.

Ficha Técnica:

Gênero: Documentário

Duração: 84 minutos

Direção: Claudio Manoel, Micael Langer e Calvito Leal

Edição: Pedro Duran e Karen Arkeman


sexta-feira, 3 de julho de 2009

MARCOS LOPES COM A DUBLADORA FÁTIMA MOURÃO (FOTO)

Por: Marcos Lopes


MARCOS LOPES COM A DUBLADORA FÁTIMA MOURÃO (FOTO)

A carreira dessa excelente dubladora começou no Rio de Janeiro, especificamente na extinta empresa de dublagem Peri Filmes, quando ela tinha apenas 15 anos de idade. Atualmente, Fátima Mourão ministra cursos de dublagem para filmes e desenhos, compartilhando seu talento e experiência.

No Brasil, esses personagens se tornaram famosos graças ao talento e interpretação desta renomada locutora, diretora de dublagem e dubladora com mais de 30 anos de carreira. Fátima Mourão é conhecida por emprestar sua voz a personagens icônicos como She-Ra, Lois Lane, Scarlet O'Hara, Dorothy, Trinity (Matrix) e outros.


Parabéns, Fátima! Desejamos sucesso contínuo em sua trajetória!











domingo, 7 de junho de 2009

Resenha do livro "Jornalismo 2.0"

Por: Marcos Lopes


RESENHA DO LIVRO “JORNALISMO 2.0”

"Jornalismo 2.0", escrito por Mark Briggs, é um guia indispensável para os jornalistas que desejam se aventurar no mundo digital e se adaptar à cultura digital de forma eficaz. Com uma abordagem didática e acessível, o autor oferece informações essenciais para introduzir os leitores no universo da internet e, posteriormente, no mundo digital.

Uma das grandes qualidades do livro é a variedade de dicas úteis que Briggs compartilha para aqueles que possuem ou desejam iniciar um blog. Ele ressalta a importância de ser conciso nos posts e enfatiza a necessidade de atualização diária, sugerindo ideias para futuras matérias ou links para reportagens relevantes.

"Jornalismo 2.0" apresenta uma ampla gama de recursos para atender às necessidades digitais dos jornalistas. O autor destaca a importância de ser um profissional multimídia, capaz de se comunicar e interagir com as mídias, pessoas e conteúdos relacionados 24 horas por dia, demonstrando um senso de responsabilidade profissional.

O livro aborda o compartilhamento de dados e destaca como os leitores deixaram de ser receptores passivos de mensagens, tornando-se criadores e comentadores ativos. Além disso, Briggs discute a crescente presença de jornalistas móveis em estações de TV e jornais, que estão se tornando cada vez mais comuns.

Com o objetivo de produzir notícias de forma totalmente multimídia, os jornalistas agora carregam mochilas repletas de ferramentas para os locais dos acontecimentos, sendo chamados de "jornalistas mochileiros". O autor ensina técnicas de edição, inserção de arquivos de áudio (como podcasting) em páginas informativas, além de oferecer sugestões de softwares e programas de edição, bem como instruções sobre enquadramento e manuseio de câmeras.

No contexto do jornalismo 2.0, a demanda por jornalistas versáteis será cada vez maior, capazes de aproveitar as novas oportunidades oferecidas pelo mundo digital e de desempenhar múltiplas funções com excelência. O uso da tecnologia auxilia e potencializa o trabalho dos jornalistas, desde a apuração e arquivamento de dados até a análise precisa das informações, tornando o trabalho jornalístico ainda mais eficiente e preciso.

"Jornalismo 2.0" é uma leitura indispensável para jornalistas que desejam se atualizar e se adaptar ao cenário digital em constante evolução. Com informações práticas e relevantes, o livro oferece orientações valiosas para aprimorar as habilidades dos profissionais de comunicação no mundo digital.


quinta-feira, 4 de junho de 2009

QUADRILHA MORDE ISCA NA GRANDE PORTO ALEGRE


Por: Marcos Lopes


QUADRILHA MORDE ISCA NA GRANDE PORTO ALEGRE

A Polícia do Rio Grande do Sul está investigando uma quadrilha de ladrões de caminhões. Após seis meses de investigação, eles reuniram provas e realizaram escutas para capturar os criminosos.

No intuito de identificar os suspeitos, um caminhão com rastreador foi estacionado em uma rua na região metropolitana de Porto Alegre, sendo usado como isca. Três dias depois, os bandidos caíram na armadilha e levaram o caminhão em menos de um minuto.

No entanto, ao chegar o momento de colocar a quadrilha atrás das grades, cumprindo os mandados de busca e apreensão, a justiça decidiu mantê-los nas ruas, alegando a falta de condições e a superlotação dos presídios.

Caso a prisão tivesse sido decretada, os membros da quadrilha seriam encaminhados para o presídio central de Porto Alegre, que, segundo o relatório final da CPI do sistema carcerário, é considerado o pior do Brasil.

Para o delegado que desejava prender a quadrilha, restou apenas a frustração diante da decisão judicial. Os caminhoneiros da região estão apreensivos, pois a presença dos criminosos nas ruas os deixa preocupados e restringe sua liberdade de ir e vir.


quarta-feira, 3 de junho de 2009

Resenha do livro "O quinze"

Por: Marcos Lopes

RESENHA DO LIVRO “O QUINZE” DE RACHEL DE QUEIROZ

"O Quinze", romance publicado em 1930 e escrito por Rachel de Queiroz, retrata de maneira impactante e envolvente a pior e mais intensa seca já vivenciada pela autora durante sua infância, em 1915. A obra apresenta episódios marcantes da região nordestina, combinando de forma concisa uma narrativa que expõe os males da seca, bem como uma preocupação social e uma análise psicológica do homem nordestino.

Composto por 26 capítulos, o livro acompanha a jornada do retirante Chico Bento, sua esposa e seus cinco filhos, que se aventuram pelo sertão em direção à capital, além de abordar o romance entre os primos Conceição e Vicente, pertencentes a famílias proprietárias de terras em Quixadá. Ao longo da narrativa, percebe-se que a desgraça humana e a morte são constantes, lançando uma luz sobre os personagens e suas experiências.

A seca e suas consequências desencadeiam o êxodo rural, resultando na destruição das lavouras, na morte de animais e no desemprego. Trabalhadores de Logradouro e Quixadá são obrigados a se deslocar para a capital do Ceará, na esperança de encontrar meios de sobrevivência até a chegada do inverno, o período das chuvas.

Chico Bento e sua esposa Cordulina têm como objetivo trabalhar na extração de borracha na região norte. No entanto, após Chico ser demitido, a família se aventura pelo sertão em direção à capital. No decorrer da jornada, eles perdem dois filhos, mas encontram acolhimento por parte de Conceição, que auxilia no abrigo dos retirantes da seca.

Conceição acaba auxiliando Chico Bento a levar sua família para São Paulo, abandonando a ideia de trabalhar com borracha. Ao longo da história, percebe-se a falta de diálogo entre o casal, mesmo diante da miséria que os cerca. Essa ausência de comunicação reflete o desnível cultural que os separa e mostra a consciência da impossibilidade de alcançar a felicidade.

O romance se desenvolve em dois cenários distintos: as fazendas de Dona Inácia (avó de Conceição), do Capitão (pai de Vicente) e de Dona Maroca (patroa de Chico Bento); e o cenário urbano, com destaque para a capital, Fortaleza.

Durante a leitura dessa emocionante aventura, o leitor é capaz de visualizar vividamente as cenas narradas pela autora. "O Quinze" é uma obra de impacto social, na qual os mais fracos são devorados pela adversidade. É possível sentir o desespero dos retirantes em meio à seca avassaladora, que os castiga com fogo, seca e fome.


quinta-feira, 14 de maio de 2009

SITUAÇÃO DE ENCHENTE NO MARANHÃO DEIXA POPULAÇÃO EM RISCO


Por: Marcos Lopes
        Amanda Lopes
        Juciara Abreu


SITUAÇÃO DE ENCHENTE NO MARANHÃO DEIXA POPULAÇÃO EM RISCO

No Maranhão, uma grave enchente afeta 90% da população, causando grandes danos e sofrimento. A situação tem se agravado nos últimos dias, com aumento no número de desabrigados e o constante aumento do nível dos rios. Roseana Sarney, em um apelo à sociedade, convoca ajuda para as famílias afetadas pelas cheias. Enquanto isso, Francisco das Chagas observa atentamente o movimento das canoas em frente à sua casa, no rio Mearim, ao lado de seu cachorro, preocupado com a segurança de suas posses.

O Coronel Rosário, responsável pela Defesa Civil, juntamente com meteorologistas, realiza um monitoramento diário dos rios da região. Cerca de 72 municípios encontram-se em situação de emergência, com sete pessoas perdendo a vida em todo o estado. Nesse momento, os municípios afetados necessitam urgentemente de ajuda humanitária, medicamentos, cestas básicas, barracas para abrigar as pessoas desalojadas e fornecimento de água potável, uma vez que a maioria dos sistemas de abastecimento de água encontra-se submersa.

Na zona rural, as plantações estão completamente inundadas, obrigando as olarias a suspenderem suas atividades desde o início das chuvas. Além disso, o comércio local também está prejudicado. Um exemplo é o bairro Trividela, que abriga 1.350 famílias, encontrando-se alagado e sem energia elétrica até o momento.

A situação é ainda mais grave na cidade de Pedreiras, onde aproximadamente 70% das ruas estão submersas e a água das chuvas atinge o teto das casas. A canoa tornou-se o único meio de transporte nos municípios afetados. Benedito Belarmino Furtado, aposentado e morador da região, conta que precisa gastar R$ 8,00 todos os dias para verificar sua casa. Ele conseguiu resgatar alguns móveis, mas perdeu muitas coisas de valor sentimental. Há duas semanas, ele e sua esposa foram forçados a deixar a residência.

Aqueles que tiveram que abandonar suas casas retornam diariamente à entrada da cidade, na beira da ponte que separa o município de Pedreiras, aluga

Aqueles que tiveram que abandonar suas casas retornam diariamente à entrada da cidade, na beira da ponte que separa o município de Pedreiras, alugam uma canoa e se dirigem aos locais onde moravam, apenas para constatar os danos causados pela cheia.

O fenômeno La Niña é o responsável por essa inversão na umidade. Enquanto chove intensamente no Nordeste, o Sul enfrenta uma seca intensa. Esse fenômeno ocorre quando as águas do Oceano Pacífico esfriam, alterando a umidade no Sul, que praticamente desaparece. Solismar Prestes, coordenador do Instituto Nacional de Meteorologia, explica: "No Nordeste, ocorre o contrário, com chuvas mais intensas". Ele acrescenta que o fenômeno La Niña está em fase final, com a temperatura da água retornando ao normal, o que indica que as chuvas deverão retornar em breve. Contudo, ressalta-se que serão necessárias precipitações significativas para acabar com a estiagem.




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Oi! Eu sou Marcos Lopes, um profissional multifacetado com uma trajetória diversificada. Com meus 54 anos de idade, acumulei uma vasta experiência em diferentes áreas, sempre buscando aprimorar meus conhecimentos e habilidades.

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